Veja como votou os Deputados da Bahia na PEC 241

DEPUTADOS DA BAHIA QUE VOTARAM NA PEC 241

Voto sim (a favor da PEC 241), voto não (contra a PEC 241)

PRIMEIRO TURNO SEGUNDO TURNO
Afonso Florence - PT - Não Afonso Florence  PT     Não
Alice Portugal - PCdoB - Não Alice Portugal  PCdoB     Não
Antonio Brito - PSD - Sim Antonio Brito  PSD     Sim
Antonio Imbassahy - PSDB - Sim Antonio Imbassahy  PSDB     Sim
Arthur Oliveira Maia - PPS - Sim Arthur Oliveira Maia  PPS     Sim
  Bacelar  PTN     Não
Bebeto - PSB - Sim Bebeto  PSB     Abstenção
Benito Gama - PTB - Sim Benito Gama  PTB     Sim
Cacá Leão - PP - Sim Cacá Leão  PP     Sim
Caetano - PT - Não Caetano  PT     Não
Claudio Cajado - DEM - Sim  
Daniel Almeida - PCdoB - Não Daniel Almeida  PCdoB     Não
  Elmar Nascimento  DEM     Sim
Erivelton Santana - PEN - Sim Erivelton Santana  PEN     Sim
Félix Mendonça Júnior - PDT - Não Félix Mendonça Júnior  PDT     Não
Fernando Torres - PSD - Sim Fernando Torres  PSD     Sim
  Irmão Lazaro  PSC     Não
João Carlos Bacelar - PR - Sim João Carlos Bacelar  PR     Sim
  João Gualberto  PSDB     Sim
Jorge Solla - PT - Não Jorge Solla  PT     Não
José Carlos Aleluia - DEM - Sim José Carlos Aleluia  DEM     Sim
José Carlos Araújo - PR - Sim José Carlos Araújo  PR     Sim
José Nunes - PSD - Sim José Nunes  PSD     Sim
José Rocha - PR - Sim José Rocha  PR     Sim
Jutahy Junior - PSDB - Sim Jutahy Junior  PSDB     Sim
Lucio Vieira Lima - PMDB - Sim Lucio Vieira Lima  PMDB     Sim
Márcio Marinho - PRB - Sim Márcio Marinho  PRB     Sim
Mário Negromonte Jr. - PP - Sim Mário Negromonte Jr.  PP     Sim
Moema Gramacho - PT - Não Moema Gramacho  PT     Não
Nelson Pellegrino - PT - Não  
Pastor Luciano Braga - PMB - Sim  
Paulo Azi - DEM - Sim Paulo Azi  DEM     Sim
Paulo Magalhães - PSD - Sim Paulo Magalhães  PSD     Sim
Roberto Britto - PP - Sim Roberto Britto  PP     Sim
Ronaldo Carletto - PP - Sim Ronaldo Carletto  PP     Sim
Sérgio Brito - PSD - Sim Sérgio Brito  PSD     Sim
Tia Eron - PRB - Sim Tia Eron  PRB     Sim
Uldurico Junior - PV - Sim Uldurico Junior  PV     Sim
Valmir Assunção - PT - Não Valmir Assunção  PT     Não
Waldenor Pereira - PT – Não Waldenor Pereira  PT     Não

A PEC ESTÁ TRAMITANDO NO SENADO FEDERAL SOB N 55 (PEC55)

Quando a PEC começa a valer?

Se aprovada na Câmara e no Senado, começa a valer a partir de 2017. No caso das áreas de saúde e educação, as mudanças só passariam a valer após 2018, quanto Temer não será mais o presidente. (El Pais.com.br).

A PEC do teto atingirá de maneira igual ricos e pobres?

A população mais pobre, que depende do sistema público de saúde e educação, tende a ser mais prejudicada com o congelamento dos gastos do Governo do que as classes mais abastadas. A Associação Brasileira de Saúde Pública, por exemplo, divulgou carta aberta criticando a PEC. No documento a entidade afirma que a proposta pode sucatear o Sistema Único de Saúde, utilizado principalmente pela população de baixa renda que não dispõe de plano de saúde. Além disso, de acordo com o texto da proposta, o reajuste do salário mínimo só poderá ser feito com base na inflação - e não pela fórmula antiga que somava a inflação ao percentual de crescimento do PIB. Isso atingirá diretamente o bolso de quem tem o seu ganho atrelado ao mínimo.

O que dizem os críticos da PEC?

Do ponto de vista de atacar o problema do aumento anual dos gastos públicos, uma das principais críticas é que uma conta importante ficou de fora do pacote de congelamento: os gastos com a Previdência. É um segmento que abocanha mais de 40% dos gastos públicos obrigatórios. Logo, a PEC colocaria freios em pouco mais de 50% do Orçamento, enquanto que o restante ficaria fora dos limites impostos - só a regra sobre o salário mínimo tem consequências na questão da Previdência. A Fazenda afirmou, de todo modo, que a questão da Previdência será tratada de forma separada mais à frente. "Se não aprovar mudanças na Previdência, um gasto que cresce acima da inflação todos os anos, vai ter de cortar de outras áreas, como saúde e educação", diz Márcio Holland, ex-secretário de política econômica da Fazenda. "Nesse sentido, a PEC deixa para a sociedade, por meio do Congresso, escolher com o que quer gastar", complementa. Há vários especialistas que dizem que, na prática, o texto determina uma diminuição de investimento em áreas como saúde e educação, para as quais há regras constitucionais. Os críticos argumentam que, na melhor das hipóteses, o teto cria um horizonte de tempo grande demais (ao menos dez anos) para tomar decisões sobre toda a forma de gasto do Estado brasileiro, ainda mais para um Governo que chegou ao poder sem ratificação de seu programa nas urnas. Eles dizem ainda que, mesmo que a economia volte a crescer, o Estado já vai ter decidido congelar a aplicação de recursos em setores considerados críticos e que já não atendem a população como deveriam e muito menos no nível dos países desenvolvidos. Se a economia crescer, e o teto seguir corrigido apenas de acordo com a inflação, na prática, o investido nestas áreas vai ser menor em termos de porcentagem do PIB (toda a riqueza produzida pelo país). O investimento em educação pública é tido como um dos motores para diminuir a desigualdade brasileira.

(fonte:elpais.com.br)

Planilha voto elaborada pelo site

Category: Últimas Notícias
Acessos: 248

Deixar seu comentário

Postar comentário

0 / 500 Restrição de Caracter
Seu texto deve conter 1-500 caracteres
  • Nenhum comentário encontrado